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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

O Casamento protege da Depressão e da Ansiedade…

 

Estudo conduzido pela OMS conclui que a separação e o divórcio estão relacionados com aumento de risco de transtornos mentais. Pratique seu espanhol, lendo o artigo abaixo do site Mujer Nueva:

 

El matrimonio reduce los riesgos de depresión y ansiedad, dice estudio basado en la OMS

Fonte: Mujer Nueva

Esos trastornos afectan mucho más a las personas que terminaron una relación.

El sondeo realizado entre 34.493 personas en 15 países fue dirigido por la psicóloga clínica Kate Scott de la University of Otago de Nueva Zelanda, y está basado en los estudios de la sección de Salud Mental Mundial (WMH, por su sigla en inglés) de la Organización Mundial de la Salud.      

Poner fin al matrimonio bien por separación, divorcio o muerte está relacionado con un incremento del riesgo de trastornos mentales, con las mujeres siendo más propensas a recurrir al abuso de sustancias y los hombres más proclives a acabar deprimidos, según una de las conclusiones del estudio.      

"Lo que hace esta investigación única y más sólida es la muestra tan grande y de tantos países y el hecho de que tenemos datos no sólo de la depresión sino también de la ansiedad y de los trastornos por consumo de sustancias´, dijo Scott en un  comunicado.      

"Además, pudimos observar lo que sucede en cuanto a salud mental en el matrimonio, comparando tanto las relaciones que no acaban en boda, como el final de un matrimonio", agregó. 

Scott dijo que el estudio encontró que el matrimonio, comparado con la opción de no casarse, era bueno para la salud mental de ambos sexos, no sólo mujeres.

No obstante, el sondeo encontró que los hombres son menos propensos a la depresión en su primer matrimonio que las mujeres, un factor que Scott dijo estaba probablemente relacionado a los roles tradicionales de género en casa, mientras que otros  estudios de la WMH han demostrado que en las mujeres con mejor educación, los índices de depresión tienden a caer.      

La otra diferencia de género que el estudio encontró es que el matrimonio reduce el riesgo de trastorno por abuso de sustancias más en las mujeres que en los hombres. Scott dijo que esto se puede explicar por el hecho de que las mujeres suelen ser  las principales cuidadoras de los niños pequeños.      

Sin embargo, la desventaja del matrimonio, según el estudio, es que su fin supone un impacto negativo en ambos géneros.      

"Lo que nuestro estudio señala es que la relación matrimonial ofrece una gran cantidad de beneficios de salud mental para hombres y mujeres, y que la angustia y los trastornos asociados con la eliminación del matrimonio hace a las personas  vulnerables al desarrollo de trastornos mentales", concluyó Scott.      

El estudio, publicado recientemente en la revista británica ´Psychological Medicine´, fue realizado en asociación con la Organización Mundial de la Salud, Universidad de Harvard y otras instituciones internacionales.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Quando as coisas acontecem

 

Por Sem. Vandoir Dal Berto, LC

Já passou o tempo do primeiro beijo. Beijinho pra cá e beijinho pra lá. Cadê aquele abraço? Amor como está você? Agora, só xingões daqui, gritos e discussões de lá. Será que tudo acabou...?

Todas as novelas de amor começam iguais: um olhar, um gesto, uma brincadeirinha. Inicia assim uma estrada a dois. Ela conhece os gostos dele: futebol, carne mal passada... Ele sabe que ela gosta de rosas vermelhas, de comer pizza no restaurante... Nos finais de semana estão juntos, e não só, se possível todos os dias uma ligadinha, uma visitinha rápida, um sms’s.

A doença do primeiro encontro começa quando o namoro não acaba mais, ainda não estamos falando de amor verdadeiro. Do beija-beija sentimental, que perdura por dois ou três anos, até se chegar a uma decisão: e se juntamos nossas trouxas! Dizem que morar na casa dos pais da namorada virou moda. Justifica-se no amor seguro: sei onde está minha filha, com que anda, etc. Tudo sem compromisso, quer dizer, um amor de interesses, justificado nos sentimentos, emoções, aventuras passadas juntos, conveniências. Este tipo de comportamento tem selado, como promessa, um grande fracasso.

A outra opção, a daqueles que sim se casam no papel e diante do Altar, porém na imaturidade da vida. O ponto de partida é a falta de conhecimento de si mesmo e da outra pessoa. A realidade da vida concreta pode surpreender todas as expectativas. Por exemplo, qual a reação do primeiro grito recebido do cônjuge? Ela nunca agiu assim antes! Ou quando o marido chega com cheiro de cerveja: “Nós tínhamos combinado que nada de bebedeiras, não é!” As imagens preconcebidas, o modelo ideal que um fez do outro, não se liga com a realidade.

O início desta atitude é só a ponta do iceberg, ou a bolinha de neve que começa a despencar da montanha. A avalanche mesma vai começar a se produzir. Ainda estamos falando de um amor só de interesses. A avalanche começa a engrossar quando, em seu centro, existe o egoísmo da pessoa. Pensar em si mesmo não é pecado, mas sim abusar do próprio ego. Focaliza-se só os próprios padecimentos, as coisas que devem ser feitas do jeito que eu quero. O ciúme, por exemplo, escraviza na angústia egoística. “Será que meu marido me está traindo?”

Descendo a grande montanha da vida, nos encontramos com outros problemas pessoais: a vaidade. Expressões como: “eu sim faço as coisas”; “eu me sacrifico pelos filhos, enquanto você vagabundeia”. Até mesmo o fato de se achar superior ao outro: “ele está comigo só por que precisa de mim, quer ser sustentado”. Onde já não estão os dois juntos e cada um for por seus interesses pessoais, ali se monta a pior das avalanches: a destruição de uma cidade, a cidade do matrimônio.

Graças a Deus, nem tudo é catástrofe. Sempre há esperança quando se quer construir juntos uma vida inteira. Dificuldades, todos temos, a questão é como administramos essas dificuldades juntos. A sugestão nasce da experiência do amor desinteressado, ou seja, do amor de doação. Daquele amor primeiro que cada dia cresce com ações concretas. É realmente fazer o esforço por pensar no outro: quando se chega cansado do trabalho, ainda assim um esforço por dar um beijinho na esposa, dizer-lhe uma palavrinha de consolo e carinho, dizer que a comida está gostosa...

Claro que isso leva consigo um requisito: a abnegação. Palavra que os jornais, revistas e livros, e até mesmo os dicionários já esqueceram. Contudo, ab-negare: prescindir de alguma coisa negando a si mesmo. Até mesmo algo que se precisa, com tal de fazer feliz o outro, como pode ser deixar de ir jantar com os amigos para estar com a família; definir um tempo durante o trabalho para ligar para a esposa e saber como ela está; a gratidão pela comida que ela preparou... Bobagens, quem sabe, mas seria melhor classificarmos como gestos de amor.

O miolo dessas atitudes é a maturidade com a qual o casal enfrenta uma unidade a dois, que logo se transforma numa família, graças à fecundidade. Seu sucesso é a esperança no amanhã que se concretiza, cada dia, num novo sim ao amor. Quando o querer bem ao outro não aumenta, automaticamente diminui.

Não pode permanecer igual ou indiferente. Quem tem um tesouro sabe apreciar. Valoriza na medida em que conhece o preço da jóia. Pelo contrário, quem joga as pérolas aos porcos é verdadeiramente tolo. Quem trai seu matrimônio é porque no fundo nunca descobriu o seu valor.

Sem. Vandoir Dal Berto, LC
vdalberto@legionaries.org

Fonte: Sociedade Católica

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Fortaleza da mãe de família

 

As mães de família deverão praticar com freqüência a fortaleza comportando-se habitualmente de modo discreto, amável e paciente. Serão então verdadeiramente a rocha firme em que se apóia toda a casa. “A Bíblia não louva a mulher fraca, mas a mulher forte, quando diz no livro dos Provérbios: A lei da doçura está na sua língua (31, 6). Porque a doçura é o ponto mais alto da fortaleza. A mulher maternal tem por privilégio esta função discreta e basilar: saber atender, saber calar-se, ser capaz de fechar os olhos às injustiças ou fraquezas, desculpando-as e cobrindo-as com o manto da compreensão – obra de misericórdia não menos benfazeja do que cobrir a nudez do corpo”.

Fonte: Falar com Deus.