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quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Vitor Belford e Joana Prado falam sobre casamento e filhos.

 

Embora durante a entrevista o casal expresse opiniões contrárias à moral católica, selecionamos um trecho muito interessante, em que eles falam sobre manter o romance entre o casal mesmo após a chegada dos filhos.

A atenção que dão aos filhos atrapalha a relação de vocês?

Joana - Quando Kyara fez dois meses, aproveitei que Vitor estava em Los Angeles e fui encontrá-lo. A gente não viajava a sós há cinco anos, desde o nascimento do Davi. Pensamos muito e achamos que era importante para a relação manter um clima de romance. Conversei com as crianças, sofri, mas digo que foi a melhor decisão que tomei.

Houve culpa por deixá-los?

Joana - No caminho para o aeroporto, senti angústia. Antes de decolar, liguei para o Vitor e comecei a chorar, desabei. Aí consegui relaxar mais, estava feliz porque curtiria meu marido, mas com o coração na mão pelas crianças. Sou muito atenta, levanto com qualquer chorinho. Somos pais 24 horas. Às vezes, a gente acorda a mil com eles. Só depois um olha para o outro e dá bom dia. Mas foi legal eles sentirem saudade e saberem que o pai e a mãe estão juntos e felizes. E para a gente, que agora sabe a importância de preservar momentos a dois.

Vitor - O casamento tem sido banido pela sociedade e, na minha opinião, não existe como você ser pai ou mãe sem estar casado. O melhor presente que podemos dar aos nossos filhos é manter a união estável e feliz. Amor é como fogo, precisa da lenha. A rotina faz a relação ficar morna. Então, precisamos estar sempre atentos e alimentando nosso amor para que ele não acabe.

Joana - A gente se policia até para andar de mãos dadas na rua, para não deixar a coisa esfriar.

Fonte: Jornal Extra

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